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PLANTÃO

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20h56
TUE., 11 DE AGO. DE 2026
Processo

TSE faz desmonte público de urnas para atestar segurança

Ministro Kassio Nunes Marques defende a auditabilidade do sistema e lança conselho contra desinformação e inteligência artificial nas eleições.

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Ministro Kassio Nunes Marques defende a auditabilidade do sistema e lança conselho contra desinformação e inteligência artificial nas eleições.
Foto: Jamile Ferraris/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou uma semana de mobilização nacional dedicada a expor os mecanismos de segurança das urnas eletrônicas. Durante pronunciamento no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, o presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, reforçou a confiabilidade do sistema e destacou o empenho da Justiça Eleitoral em aproximar o cidadão das etapas de checagem do voto.

A iniciativa não altera procedimentos no dia da votação, mas busca esclarecer a população sobre o funcionamento das máquinas. O TSE utilizou simulações e exibições do interior dos aparelhos para atestar a inviolabilidade do processo antes do pleito de outubro.

Demonstrações públicas exibiram estrutura interna das urnas

A mobilização envolveu o TSE e os 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) em ações espalhadas por todo o país. As equipes técnicas promoveram votações simuladas e o desmonte das urnas em locais de grande circulação, como shopping centers, escolas públicas, praças e na feira de tecnologia Rio Innovation Week.

Além das exibições de rua, a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação promoveu visitas guiadas ao Museu do Voto e ações de acessibilidade. Kassio Nunes Marques já havia classificado a urna eletrônica como patrimônio da democracia na abertura das sessões presenciais do TSE.

A Justiça Eleitoral abriu urnas diante da população de diversos estados para mostrar o que existe por trás do equipamento e explicar o caminho do voto.

Kassio Nunes Marques, presidente do TSE

Kassio Nunes Marques, presidente do TSE

Como o TSE vai atuar contra a inteligência artificial e a desinformação?

O TSE criou o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional na sexta-feira (7 de agosto). A estrutura tem como objetivo monitorar a propagação de conteúdos falsos e o uso irregular de ferramentas de inteligência artificial ao longo da campanha eleitoral.

O colegiado atuará na assessoria direta da presidência do TSE. As análises do grupo vão subsidiar medidas administrativas e operacionais para manter a normalidade da disputa e conter ataques ao sistema partidário nas redes sociais.

Datas e cargos em disputa no calendário eleitoral

A votação em primeiro turno acontece em 4 de outubro. O eleitorado votará para eleger deputados federais, deputados estaduais, deputados distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

A realização do segundo turno está agendada para 25 de outubro. Essa etapa ocorre exclusivamente para os cargos de presidente e governador nos locais onde nenhum concorrente alcançar mais de 50% dos votos válidos no primeiro pleito, descontados os votos em branco e os nulos.

Perguntas frequentes

Como o TSE demonstrou o funcionamento da urna eletrônica?
Os Tribunais Regionais Eleitorais e o Tribunal Superior Eleitoral promoveram o desmonte das urnas em shoppings, escolas e locais públicos. A população acompanhou simulações de votação e exibições técnicas que detalharam o trajeto do voto e a auditabilidade do equipamento.
Para que serve o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional?
Criado pelo Tribunal Superior Eleitoral, o órgão monitora a difusão de notícias falsas e o uso indevido de inteligência artificial na campanha. A comissão assessora o ministro Kassio Nunes Marques na adoção de medidas para assegurar a normalidade das eleições.
Quando serão realizadas as eleições em 2026?
O primeiro turno das eleições ocorre no dia 4 de outubro para escolher presidente, governadores, senadores e deputados. Nos casos de disputa para presidente e governador em que nenhum candidato atinja mais de 50% dos votos válidos, o segundo turno será no dia 25 de outubro.

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