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PLANTÃO

Restituição do IR 2026 tem consulta aberta para o 4º lote

07h12
MON., 24 DE AGO. DE 2026
Tributário

Restituição do IR 2026 tem consulta aberta para o 4º lote

Receita Federal paga R$ 1,24 bilhão a mais de 521 mil contribuintes no dia 31 de agosto no encerramento dos lotes regulares.

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Receita Federal paga R$ 1,24 bilhão a mais de 521 mil contribuintes no dia 31 de agosto no encerramento dos lotes regulares.
Foto: Arte/Agência Brasil

A Receita Federal abriu a consulta ao quarto e último lote da restituição do Imposto de Renda 2026. O pagamento de R$ 1,24 bilhão alcança 521.935 contribuintes e inclui valores residuais de anos anteriores.

Como consultar o último lote

A checagem funciona diretamente no site oficial da Receita Federal. O declarante entra no portal, clica na opção Meu Imposto de Renda e depois seleciona o botão Consultar a Restituição. A consulta também opera pelo aplicativo para celulares e tablets.

O crédito entra no dia 31 de agosto na conta bancária informada na entrega da declaração ou por chave Pix vinculada ao CPF. O calendário regular deste ano encerra com este repasse, pois a Receita reduziu o calendário anual de cinco para quatro lotes entre maio e agosto.

Quem recebe neste lote

A maior fatia do dinheiro, somando R$ 704,12 milhões, atende declarantes com prioridade legal ou preferência no sistema. O lote reúne grupos com critérios específicos de envio e enquadramento pessoal:

  • 338.912 contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida ou solicitaram recebimento via Pix;
  • 26.769 professores cuja maior fonte de renda vem do magistério;
  • 9.029 pessoas com deficiência física, mental ou portadoras de moléstia grave.

O volume restante contempla contribuintes sem prioridade legal que entregaram a documentação sem inconsistências. Os dois primeiros lotes de 2026 concentraram 80% de todo o montante previsto no ano devido à automação de dados fiscais.

O que fazer se o nome não estiver na lista

Quem não teve a restituição liberada deve acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, conhecido como Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Dentro do sistema, o cidadão retira o extrato da declaração para localizar eventuais pendências com a malha fiscal.

Se houver erro ou falta de dados, o contribuinte precisa enviar uma declaração retificadora. Após a correção das informações, o sistema reprocessa os números e inclui o saldo em lotes residuais futuros.

Regras para resgatar o dinheiro no banco

Se o depósito falhar por conta desativada ou dados bancários incorretos, o valor permanece disponível por até um ano no Banco do Brasil. O cidadão solicita a transferência para outra conta bancária própria pelos telefones 4004-0001 nas capitais e 0800-729-0001 nas demais localidades.

Pessoas com deficiência auditiva contam com o número exclusivo 0800-729-0088. Caso passe o prazo de um ano sem resgate na rede bancária, o pedido do montante deve ser feito diretamente dentro do portal e-CAC no menu Meu Imposto de Renda.

Perguntas frequentes

Quando cai o dinheiro do 4º lote da restituição?
O pagamento entra na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF no dia 31 de agosto. A Receita Federal realiza o depósito automaticamente para os 521.935 declarantes contemplados neste último lote regular do calendário de 2026.
Como saber se caí na malha fina?
O contribuinte que não encontrar o pagamento na consulta deve acessar o portal do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). No extrato da declaração, o sistema aponta as pendências existentes que travaram o envio da restituição do Imposto de Renda.
O que acontece se a conta bancária informada estiver fechada?
O saldo fica guardado no Banco do Brasil por até um ano. O cidadão pode ligar para a Central de Relacionamento do banco e reagendar o depósito para qualquer outra conta aberta em seu nome sem perder o direito ao valor apurado.
Haverá novos lotes de restituição depois de agosto?
Os quatro lotes regulares de 2026 terminam em agosto. Declarações retificadas ou liberadas da malha fina entram posteriormente em lotes residuais pagos pela Receita Federal, conforme o processamento individual das correções enviadas pelos próprios contribuintes.

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